• O QUE É A PELE “CASCA DE LARANJA”?
  • Quando chegam os dias mais quentes, a pele “casca de laranja” torna-se um verdadeiro incómodo. A textura irregular nas pernas, o sentimento de acumulação de líquidos e pernas cansadas têm as horas contadas! Antes que chegue o próximo verão, esteja preparada e combata este problema que está longe se ser só estético.

    Afinal, o que é ao certo a pele “casca de laranja”?

    A pele “casca de laranja” caracteriza-se pelo aparecimento de ondulações visíveis na superfície da pele, causadas pela deformação das células de gordura, que têm origem no interior da pele.
    Para isso não é preciso um aumento do tecido adiposo, mas sim uma alteração na sua estrutura, originando nódulos de gordura, água e toxinas que dificultam a micro-circulação.
    A verdade é que este problema afeta a maioria das mulheres e não é exclusivo de pessoas com excesso de peso. Investigações recentes mostram que pode haver uma predisposição genética para a pele casca de laranja, relacionada com os níveis de estrogénio, uma hormona feminina.

    Mas o que acontece ao certo na pele?
    Há uma saída de gordura do tecido adiposo que é compensada pela formação de tecido fibroso, rico em colagénio que confere à pele o aspeto de “casca de laranja”.
    Numa hipoderme saudável, a gordura existente está perfeitamente distribuída nos tecidos e a pele apresenta uma textura lisa. Uma rede capilar bem estruturada fornece ao tecido adiposo o oxigénio e os nutrientes necessários e permite uma eficiente remoção de toxinas.
    Em tecidos com problemas, a rede capilar fica alterada assim como a rede de fibras de colagénio. Este processo origina a pele “casca de laranja”.



  • CAUSAS DA PELE “CASCA DE LARANJA”


  • A pele “casca de laranja” aparece maioritariamente em mulheres? Onde surge?
    Sim. São as mulheres quem tem mais “pele casca de laranja”.
    Mas não está sozinha neste combate… A pele “casca de laranja” afeta cerca de 9 em cada 10 mulheres, e é considerada um fenómeno fisiológico normal. Estes nódulos de gordura indesejáveis encontram-se frequentemente nas coxas e na parte posterior das coxas.
    O aparecimento da pele “casca de laranja” está associado com o que acontece nas camadas inferiores da pele. Para além do aspeto visível à superfície, a pele casca de laranja está frequentemente acompanhada de sensação de pernas cansadas e diminuição do retorno venoso.

    Quem é a culpada afinal? Quais as suas causas?
    Há varios fatores ambientais, no mundo moderno, que tornam a pele “casca de laranja” um problema crescente para todas nós. O aparecimento de pele “casca de laranja” varia de mulher para mulher, podendo estar associada a vários fatores que vão desde fatores comportamentais, a fatores biológicos:

    • Alimentação
    • Estilo de vida sedentário
    • Álcool
    • Tabaco
    • Circulação Sanguínea
    • Fatores Hormonais
    • Desiquilíbrios psicológicos e emocionais
    • Fatores Étnicos

    No que toca aos fatores comportamentais como alimentação incorreta ou estilo de vida sedentário não estamos completamente inocentes. Corrigir hábitos de vida pouco saudáveis é o primeiro passo para melhorar o aspeto da sua pele!

    Cellulase Pearls e Cellulase Advanced são SUPLEMENTOS ALIMENTARES. Os suplementos alimentares não são substitutos de um regime alimentar variado e equilibrado e de um modo de vida saudável. O efeito é obtido com o consumo de 2 comprimidos/cápsulas por dia e não deve ser excedida a toma diária recomendada. O consumo de Cellulase não é recomendado em caso de alergias a qualquer um dos ingredientes, em crianças com idade inferior a 14 anos, em grávidas ou mães em período de amamentação. Manter fora da vista e do alcance das crianças. Para mais informações consultar a rotulagem.
    1 – Estudo com Consumidoras, com 314 mulheres em Portugal, 2014. 2. Arzneimittelforschung. 1990 May;40(5):589-93. 3. Angiology. 2001 Oct;52 Suppl 2:S55-9. 4. Arzneimittelforschung. 2002;52(4):243-50. 5. Int J Obes (Lond). 2009 Sep;33(9):956-61. doi: 10.1038/ijo.2009.135. Epub 2009 Jul 14. 6. Obes Res. 2005 Aug;13(8):1335-43. 7. Lancet. 1996 Feb 3;347(8997):292-4. 8. Angiology. 2001 Oct;52 Suppl 2:S55-9. 9. PLoS One. 2013 Nov 19;8(11):e81252. doi: 10.1371/journal.pone.0081252. eCollection 2013.